Mudas JV

Hoje se faz necessário produzir mais e em menos tempo, e menor área, e com sustentabilidade, porem quando intensificamos o uso da terra, sem aplicar devidamente as tecnologias disponíveis e necessárias, á produtividade cai, e o Meio Ambiente fica vulnerável, tornando uma atividade não Ecologicamente Correta.

Visando a preservação e reconstituição de matas nativas e a melhoria do Meio Ambiente a MUDAS JV vem à oferecer outras opções de melhor aproveitamento dos solos com culturas alternativas e consorciadas para produzir alimentos, madeiras, energia renovável, etc, ajudando a diminuir a poluição e a produção de Carbono, tendo como Lema a frase:- “NOS NÃO HERDAMOS NOSSA “TERRA” DE NOSSOS PAIS, NOS TOMAMOS EMPRESTADAS DE NOSSOS FILHOS”.

A MUDAS JV presta serviços de orientação, plantio, acompanhamento, e assistencia técnica para a formação de culturas de Palmaceas para a produção de Palmito; de Mogno Africano consorciado com outras culturas ou nao; e plantio de Nativas em geral.

Entre em contato já!

Eng. Agronomo José Claudio Jorge

Fones: 16 - 91525367 (claro)

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Tecnico Agricola: Carlos Eduardo Santos Rocha

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Mogno Africano
Palmaceas
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Palmeira Imperial
             (Roystonea oleracea, e Roystonea boriquenia),

 É uma palmeira originária das Antilhas . Pertence ao género botânico Roystonea da família Arecaceae. Foi aclimatada pelos franceses no jardim botânico La Gabrielle, instalado na Guiana Francesa e depois transferida para o Jardin de Pamplemousse, nas Ilhas Maurício .

No Brasil, o primeiro exemplar de Roystonea oleracea, a Palma Mater, foi plantada no Jardim Botânico do Rio de Janeiro pelo príncipe regente Dom João VI, em 1809. Fora presenteada a dom João VI por um dos sobreviventes de uma fragata, o oficial da Armada Real Luís Vieira e Silva. Por um erro histórico, dizia-se que tinha sido trazida do Jardim Gabrielle, de onde vieram muitas plantas, principalmente durante as Guerras Napoleônicas. Porém o Jardim Gabrielle era nas Guianas e as primeiras plantas que chegaram ao Brasil, na verdade, vieram das Ilhas Maurício, do Jardim La Pamplemousse, obtidas clandestinamente por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a Dom João VI. Quando foi plantada por Dom João VI, a primeira Roystonea oleracea (Palmae) brasileira passou a ser conhecida como palmeira-imperial. A Palma Mater floresceu pela primeira vez em 1829. Deste exemplar plantado em 1809, descendem todas as palmeiras-imperiais do Brasil, daí sua denominação de Palma Mater. A Palma Mater foi destruída por um raio em 1972.

Tinha, naquela época, 38,70 metros de altura. O tronco foi preservado e encontra-se em exposição no Museu Botânico. Em seu lugar, foi plantado outro exemplar, simbolicamente chamado de Palma Filia, oriunda de uma semente da palmeira original. Segundo Roseli Maria Martins d’ Elboux, mestre em história e fundamentos da arquitetura e do urbanismo, o plantio das palmeiras-imperiais se tornou comum no Rio de Janeiro em meados do século XIX, diante da "necessidade do fortalecimento simbólico do Segundo Império". Pode ser procedente a história segundo a qual as sementes da palmeira-imperial foram distribuídas aos súditos como sinal de proximidade ou lealdade ao poder central e tenham, assim, se tornado o "símbolo do Império". "Desse modo, depois de alguns anos, a espécie vincula-se definitivamente à imagem do poder monárquico, à ideia de nobreza, distinção e classe".

Características morfológicas:

Árvore solitária, robusta e alta, mede entre 18 e 45 m de altura. Tronco liso, de cor esbranquiçada, diâmetro geral de 46-66 cm, mais largo em sua base. Entre o término do tronco e a parte onde nascem as folhas, há uma seção verde, mais grossa. Dentro desta seção encontra-se um palmito de mais de 2 m de comprimento. Folhas de 4,6-5,6 m de comprimento, distribuem-se acima do palmito em número de 16 a 22 por coroa, e voltam-se para o ápice da palmeira, ou pendem horizontalmente. Cada folha é composta por numerosos e estreitos folíolos, que chegam a medir 65-94 cm de comprimento por 3-5 cm de largura cada.

Flores brancas e pequenas, reunidas em cachos distribuídos abaixo do palmito, e cuja haste central mede cerca de 1,5m de comprimento e a haste de sustentação 46-53 cm de comprimento.

Fruto elíptico, de 1-2 cm de comprimento, arroxeado, dotado de fina casca, polpa carnuda e uma única semente.  Semente elíptica, de cor verde-amarelada.

Floração ocorre nos meses da Primavera e frutifica nos meses do Verão, aqui no Brasil. Em Cuba os frutos amadurecem pouco antes, no Outono do hemisfério norte, quando os pássaros migram para o sul, dispersando as sementes por outras terras.

Uso/árvore de grande efeito paisagístico, é símbolo aristocrático na literatura nacional.

Uso/madeira dotada de perfurações, de feixes vasculares, por onde correm água e nutrientes até a copa. Pode ser usada para construção.

O palmito é comestível, e de excelente qualidade, macio, e muito saboroso, não oxida (escurece) após o corte e seu rendimento industrial é maior que as demais,  já esta sendo cultivada nos estados do Parana, e Sta Catarina.

Obtenção de sementes Colher os frutos diretamente do chão, assim que iniciarem a queda espontânea, despolpá-los e em seguida lavar as sementes em água corrente e secá-las à sombra, sem desidratá-las.

Produção de mudas Distribuir as sementes em recipientes contendo substrato de areia grossa lavada e peneirada, à profundidade média de 2 cm. Irrigar diariamente até a saturação. A emergência ocorre em cerca de 4 meses, com o índice de germinação de 44% para sementes frescas. A abertura foliar ocorre por volta de 16 dias após a emergência. Mudas com 1 m já podem ser transplantadas em local definitivo. Regar abundantemente após o plantio.  Para o plantio em áreas comerciais visando industria, as mudas podem ser de tamanho menor, mas adaptadas ao sol, pois as mesmas são plantas inicialmente em áreas protegidas.

O viveiro Mudas JV possui no seu plantel mudas de Palmeira Imperial prontas para ser plantadas a campo.

 

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